Ativistas do Greenpeace bloquearam a estação energética movida à carvão mais poluente da Austrália para chamar atenção à (R)evolução Energética. Os 16 ativistas entraram na usina nas primeiras horas da manhã e conseguiram ter acesso à área que distribui carvão, parando o seu funcionamento.

Neste momento, os ativistas já foram retirados. Porém, pelo tempo de bloqueio o Greenpeace conseguiu fazer com que 2.000 toneladas de CO2 não fossem eliminadas na atmosfera. Agora só falta Kevin Rudd, primeiro ministro australiano, aceitar a petição que alimenta a possibilidade da Austrália eliminar formas de energia poluentes, aderindo formas limpas e eficazes de produzir energia.

Um novo estudo feito para o Greenpeace mostra que dezenas de milhares de novos empregos surgirão na construção, manufatura, instalação e manutenção de aparatos para energia renovável. Fica evidente que as vantagens de se substituir as usinas movidas à carvão por tecnologia energética eficiente não abarcam apenas o meio-ambiente, como também solucionam muitos problemas sociais.
O levantamento feito pelo “Centre of Full Employment and Equity, University of Newcastle”, avaliou a importância da energia renovável para comunidades australianas.

O Greenpeace vem lutando há algum tempo para que o Senado argentino aprove a Lei que proíbe a venda e a utilização de lâmpadas incandescendentes no país. Como parte da ações da ONG, foi feito um vídeo muito bacana sobre o assunto. Ele contém o argumento de que 85% da energia produzida por lâmpadas incandescentes se perde, gerando aquecimento global, e se utiliza também da expressão visual de maneira bastante criativa. Confiram.
Uma reportagem realizada pelo Greenpeace mostra como a Austrália pode transformar a maneira com que produz e usa energia cortando radicalmente sua emissão de CO2.

Segundo a ONG, a Austrália é o projeto de um futuro energético seguro e sustentável que pode nos protejer do aumento nos preços dos combustíveis e criar dezenas de milhares de novos empregos ao fazê-lo.
A reportagem mostra que, para superar a suja energia do fóssil como aquela vinda do carvão, é necessário adotar a energia renovável e acelerar medidas de eficiência energética, demonstrando que um futuro de energia limpa na Austrália é possível.

O Greenpeace Argentina exigiu há algum tempo a proibição da venda e do uso de lâmpadas incandescentes, como já foi postado aqui. Finalmente, hoje, a Câmara de Deputados do Congresso Nacional aprovou a lei que estabelece, a partir de 2011, a proibição dessas lâmpadas. A lei também disponibiliza mecanismos para que as empresas possam contar com facilidade no momento de importar insumos para a produção de lâmpadas de baixo consumo.
A (R)evolução energética é o melhor caminho para reduzir a emissão de CO2 e deter as mudanças climáticas.No mundo, países como Venezuela, Cuba, Nicarágua, Canadá, Austrália, Irlanda e Filipinas proibiram a comercialização de lâmpadas incandescentes.

No auge das celebrações do Dia do Meio Ambiente, o Greenpeace Argentina apresentou a ampliação da instalação de painéis solares integrados com a rede elétrica em sua oficina sustentável. Com isso, a organização indicou a geração de energia renovável e descentralizada como uma opção válida e significativa. A (R)evolução Energética, que deve se basear numa forte mudança da geração energética em todo o mundo, é uma medida necessária para enfrentar a atual crise energética e para diminuir os impactos das mudanças climáticas.

Milhares de pessoas apareceram em Londres neste sábado para mostrar sua oposição ao plano de construção da terceira pista de voô no aeroporto Heatrow. O tempo para a resposta definitiva que deve ser dada pelo governo está se encurtando. Nessa manifestação foi dado um recado aos governantes, dizendo que, se eles realmente têm políticas sérias para resolver os problemas do aquecimento global, o “NÃO” é a única resposta sensível para os planos da indústria da aviação para impedir a expansão do aeroporto.
O Greenpeace realizou uma manifestação pacífica sobre os ares da Central de Energia Nuclear Laguna Verde (CNLV), em Veracruz, México. A mensagem “Não às nucleares” é uma demonstração pela (R)evolução Energético no México que se iniciou dia 28 de maio, em Veracruz

A ONG indica que a energia nuclear é cara e insegura. Nesta Usina, não há transparência a respeito da forma como os resíduos radioativos são tratados.
Segundo alguns psicológos, a música pode alterar fisicamente a nossa maneira de pensar. Como os nossos políticos não estão muito inspirados no momento, o Greenpeace está pedindo para que os músicos e o público do Rock in Rio companham uma pequena música que encoraje-os a pensar da proteção do clima.

o Rock in Rio Lisboa perguntou ao Greenpeace se a ONG gostaria de ter um palco para promover a campanha “Salve o Clima”. O Greenpeace não titubiou, já que a música encoraja pensamentos renovadores. Músicos como Lenny Kravitz, Amy Winehouse, Rod Stewart, Joss Stone, Alanis Morissette, Linkin Park, Metallica, The Offspring, Bon Jovi e Apocalyptica estarão presentes no evento.
Depois de uma semana que o Navio Raibow impedia a a entrada de embarcações com carga de carvão atingir um porto nas Filipinas, já havia políticos dispostos a apoiar a campanha “Desistam do Carvão” para proteger o clima. O governo local de Albay declarou que vai encaminhar suas políticas para tornar a província uma zona livre do carvão, e incentivou os países desenvolvidos a fazerem o mesmo. O protesto chegou ao fim quando um senador se comprometeu a criar uma resolução que parasse com a construção de usinas movidas à carvão nas Filipinas, em benefício da energia limpa e renovável.

Uma batalha vencida, mas a guerra continua, e o Greenpeace mantém sua campanha em países como Alemanha, Holanda, Nova Zelândia e Israel. O carvão é o mais poluente dentre todos os combustíveis fósseis. Atualmente, 1/3 de todas as emissões de CO2, grande responsável pelo aquecimento global,vêm da queima de carvão.